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quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Beddington, o bairro sustentável



Imagine um bairro completamente sustentável, planejado para causar o mínimo impacto possível no meio ambiente. Energia, água, transportes, edifícios… tudo elaborado para reduzir  a emissão de carbono na atmosfera.

Esse lugar existe: Beddington está localizado ao sul de Londres, na Inglaterra, e foi desenhado pelo arquiteto Bill Dunster em 1999. O bairro possui 100 unidades, 220 habitantes e diversas medidas práticas e baratas para tornar o consumo humano mais eficiente.

A fim de amenizar o frio inglês, por exemplo, as residências foram construídas com isolamento térmico, que armazena calor. Com isso, a energia utilizada com o aquecimento corresponde a 10%  de uma casa normal.
A economia de água, claro, também faz parte do cotidiano de Beddington: coletada nos telhados, a chuva é utilizada para a descarga dos banheiros. As máquinas de lavar roupas também são mais econômicas. Assim, o consumo diário de água por habitante é de 60 litros, enquanto a média da Inglaterra varia em torno de 150 litros.

Além de tudo isso, 60% dos resíduos são reciclados, 86% dos alimentos consumidos são orgânicos e 49% dos moradores utilizam a bicicleta como principal meio de transporte.

O bairro faz tanto sucesso que virou inspiração para arquitetos de outros países, como China, Portugal e França: “Não existe diferença entre esse projeto e uma casa normal. A não ser pela vontade de fazer assim”, garante Bill Dunster.

Tomar que esta moda pegue, não é?

fonte: http://www.sustentabilidade.org.br

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Roubo de água no rio Amazonas


Depois de sofrer com a biopirataria, com o roubo de minérios e madeiras nobres, agora a Amazônia está enfrentando o tráfico de água doce. Uma nova modalidade de saque aos recursos naturais denominada hidropirataria. Cientistas e autoridades brasileiras foram informadas que navios petroleiros estão reabastecendo seus reservatórios no Rio Amazonas antes de sair das águas nacionais. Porém a falta de uma denúncia formal tem impedido a Agência Nacional de Águas (ANA), responsável por esse tipo de fiscalização, de atuar no caso.

Enquanto as grandes embarcações estrangeiras recriam a pirataria do Século 16, a burocracia impede o bloqueio desta nova forma de saque das riquezas nacionais.

Ivo Brasil, Diretor de Outorga, Cobrança e Fiscalização da Agência Nacional de Águas, sabe desta ação ilegal; contudo, aguarda uma denúncia oficial chegar à entidade para poder tomar as providências necessárias. “Só assim teremos condições legais para agir contra essa apropriação indevida”, afirmou.

O dirigente está preocupado com a situação. Precisa, porém, dos amparos legais para mobilizar tanto a Marinha como a Polícia Federal, que necessitam de comprovação do ato criminoso para promover uma operação na foz dos rios de toda a região amazônica próxima ao Oceano Atlântico. “Tenho ouvido comentários neste sentido, mas ainda nada foi formalizado”, observa.

A defesa das águas brasileiras está na Constituição Federal, no Artigo 20, que trata dos Bens da União. Em seu inciso III, a legislação determina que rios e quaisquer correntes de água no território nacional, inclusive o espaço do mar territorial, é pertencente à União.

Isto é complementado pela Lei 9.433/97, sobre Política Nacional de Recursos Hídricos, em seu Art. 1, inciso II, que estabelece ser a água um recurso limitado, dotado de valor econômico. E ainda determina que o poder público seja o responsável pela licença para uso dos recursos hídricos, “como derivação ou captação de parcela de água”. O gerente do Projeto Panamazônia, do INPE, o geólogo Paulo Roberto Martini, também tomou conhecimento do caso em conversa com técnicos de outros órgãos estatais. “Têm nos chegado diversas informações neste sentido, infelizmente sempre estão tirando irregularmente algo da Amazônia”, comentou o cientista, preocupado com o contrabando.

Os cálculos preliminares mostram que cada navio tem se abastecido com 250 milhões de litros. A ingerência estrangeira nos recursos naturais da região amazônica tem aumentado significativamente nos últimos anos.
Águas amazônicas

Seja por ação de empresas multinacionais, pesquisadores estrangeiros autônomos ou pelas missões religiosas internacionais. Mesmo com o Sistema de Vigilância da Amazônia (SIVAM) ainda não foi possível conter os contrabandos e a interferência externa dentro da região.

A hidropirataria também é conhecida dos pesquisadores da Petrobras e de órgãos públicos estaduais do Amazonas. A informação deste novo crime chegou, de maneira não oficial, ao Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM), órgão do governo local. “Uma mobilização até o local seria extremamente dispendiosa e necessitaríamos do auxílio tanto de outros órgãos como da comunidade para coibir essa prática”, reafirmou Ivo Brasil. A captação é feita pelos petroleiros na foz do rio ou já dentro do curso de água doce. Somente o local do deságüe do Amazonas no Atlântico tem 320 km de extensão e fica dentro do território do Amapá. Neste lugar, a profundidade média é em torno de 50 m, o que suportaria o trânsito de um grande navio cargueiro. O contrabando é facilitado pela ausência de fiscalização na área.

Hidro ou biopirataria?
O diretor de operações da empresa Águas do Amazonas, o engenheiro Paulo Edgard Fiamenghi, trata as águas do Rio Negro, que abastece Manaus, por processos convencionais. E reconhece que esse procedimento seria de baixo custo para países com grandes dificuldades em obter água potável. “Levar água para se tratar no processo convencional é muito mais barato que o tratamento por osmose reversa”, comenta.

O avanço sobre as reservas hídricas do maior complexo ambiental do mundo, segundo os especialistas, pode ser o começo de um processo desastroso para a Amazônia. E isto surge num momento crítico, cujos esforços estão concentrados em reduzir a destruição da flora e da fauna, abrandando também a pressão internacional pela conservação dos ecossistemas locais.

Entretanto, no meio científico ninguém poderia supor que o manancial hídrico seria a próxima vítima da pirataria ambiental. Porém os pesquisadores brasileiros questionam o real interesse em se levar as águas amazônicas para outros continentes. O que suscita novamente o maior drama amazônico, o roubo de seus organismos vivos. “Podem estar levando água, peixes ou outras espécies e isto envolve diretamente a soberania dos países na região”, argumentou Martini.

Em todo o Planeta, dois terços são ocupado por oceanos, mares e rios. Porém, somente 3% desse volume são de água doce. Um índice baixo, que se torna ainda menor se for excluído o percentual encontrado no estado sólido, como nas geleiras polares e nos cumes das grandes cordilheiras. Contando ainda com as águas subterrâneas. Atualmente, na superfície do Planeta, a água em estado líquido, representa menos de 1% deste total disponível.

As águas amazônicas representam 68% de todo volume hídrico existente no Brasil. E sua importância para o futuro da humanidade é fundamental. Entre 1970 e 1995 a quantidade de água disponível para cada habitante do mundo caiu 37% em todo mundo, e atualmente cerca de 1,4 bilhão de pessoas não têm acesso a água limpa.

Segundo a Water World Vision, somente o Rio Amazonas e o Congo podem ser qualificados como limpos.

Fonte: Eco 21
Ano XIV - nº 93
www.eco21.com.br

terça-feira, 3 de maio de 2011

Marketing de reciclagem

Já faz algum tempo que a tendência entre as empresas é praticar o consumo sustentável, ou seja, vender seus produtos com medidas para diminuir a agressão à natureza. Pois a Coca Cola de Israel achou uma alternativa interessante de mostrar ao público que se preocupa com o destino que garrafas e latas da sua marca e abriu uma loja apenas para vender produtos feitos com esses materiais.



O objetivo da ação é conscientizar o público sobre a importância da reciclagem e de como ela pode ser “fashion” ao expor camisas, shorts e outros itens na loja. Ótima oportunidade de reforçar ainda mais a imagem da marca.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Uso racional de água em escolas é assunto em seminário na USP

O engenheiro Flávio Scherer elaborou orientações para reduzir o consumo de água em escolas públicas localizadas no meio urbano. Em seu mestrado "Uso racional da água em escolas públicas: diretrizes para Secretarias de Educação", defendido na Poli - Escola Politécnica da USP - Universidade de São Paulo, o pesquisador verificou que o envolvimento de Secretarias de Educação com um Programa de Uso Racional da Água (Pura) é viável e já ocorre em Joinville, em Santa Catarina, com bons resultados na economia.

Há três tipos de ações que podem ser empregadas para reduzir o desperdício: as sociais, que envolvem práticas educativas; as de utilização de tecnologias, foco principal do estudo, (como torneiras economizadoras, torneiras com arejadores ou bacias sanitárias de volume de descarga reduzido, com caixa acoplada de seis litros, ou com válvula de ciclo fixo de seis litros); e as de ordem econômica, relacionadas às tarifas da concessionária do serviço de distribuição de água.

Scherer fez um levantamento da situação das escolas brasileiras que desenvolvem programas de combate ao desperdício da água e verificou que a maioria dos projetos estão concentrados em instituições de ensino superior, vinculados à pesquisa dessas entidades, dentre elas o Programa de Uso Racional da Água (Pura) da USP. "No entanto, a cidade de Joinville mantém um Programa de Uso Racional da Água em todas as escolas públicas de educação básica e é um exemplo de que este tipo de iniciativa pode ser aplicada", constatou.

Depois de observar o programa catarinense, o pesquisador descreveu as características físicas e funcionais de três escolas estaduais de Curitiba, no Paraná, os hábitos dos usuários e os principais problemas, e elaborou as diretrizes. "Desenvolvi a pesquisa no Paraná, mas a idéia é que ela sirva para Secretarias de Educação de outros lugares. Procurei ser o mais abrangente possível", comenta.

"Um primeiro passo, é analisar as características do sistema hidráulico predial. A maioria dessas escolas foram construídas há mais de 30 anos e estão defasadas em tecnologia. Muitas ainda têm tubulações de ferro galvanizado, que podem apresentar vazamentos, acarretando um baixo desempenho do sistema", explica o pesquisador.

A partir da análise, é possível corrigir vazamentos e escolher o equipamento mais adequado. O engenheiro atenta para o fato de que o vandalismo é um item relevante na conservação dos sistemas sanitários de escolas públicas. Por isso, devem ser escolhidas peças mais resistentes ou que possam não ser objeto de roubo ou de depredação. E é fundamental um trabalho de conscientização da comunidade escolar.

Um outro passo é a capacitação dos funcionários das escolas. "É preciso trabalhar a formação dos diretores, que são peças chave. São eles que vão fiscalizar e cuidar para que o programa tenha sucesso. E os funcionários e zeladores que vão dar manutenção aos equipamentos também devem receber capacitação."

Após implementadas, as diretrizes devem ser revistas, já que devem se adequar às realidades locais. "Trata-se de um processo contínuo, com a intenção de que os investimentos sejam feitos da melhor forma e haja um retorno do que se investiu".


Potencial da economia

No Brasil, segundo dados do Inep - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais, as escolas públicas totalizam a maior parte dos estabelecimentos escolares, com 179.935 edificações, sendo que 73.404 encontram-se no meio urbano. "O potencial de economia de água nessas edificações é bastante expressivo", afirma o pesquisador.

Segundo Scherer, uma vantagem de se implantar um Programa de Uso Racional da Água em escolas é que práticas educativas podem ocorrer associadas às implementações tecnológicas. "A preservação dos recursos hídricos é um tema que pode ser discutido em várias áreas do conhecimento, e contribui para a formação crítica dos estudantes, que podem atuar como multiplicadores", explica.

O estudo prioriza escolas públicas, pois as particulares, muitas vezes, já possuem um programa de uso racional da água, buscando a economia de recursos. Além disso, Scherer se ateve ao meio urbano, onde, em geral, o problema da escassez é mais grave. "Temos um potencial muito grande para desenvolver e precisamos adotar medidas urgentes no combate ao desperdício de água. Espero que as Secretarias de Educação usem o estudo", conclui.

fonte: http://amaivos.uol.com.br/amaivos09/

terça-feira, 29 de março de 2011

A guerra contra a água mineral

O novo vilão dos ambientalistas não é o líquido, mas o plástico das embalagens.

A água mineral é hoje, associada ao estilo de vida saudável e ao bem-estar. As garrafinhas de água mineral já se tornaram acessório dos esportistas, e, em casa, muita gente nem pensa em tomar o líquido que sai da torneira- compra água em garrafas ou galões. Nos últimos dez anos, em todo o planeta, o consumo de água mineral cresceu 145%- e passou a ocupar um lugar de destaque nas preocupações de muitos ambientalistas.

O foco não está exatamente na água, mas na embalagem. A fabricação das garrafas plásticas usadas pela maioria das marcas é um processo industrial que provoca grande quantidade de gases que agravam o efeito estufa. Ao serem descartadas, elas produzem montanhas de lixo que nem sempre é reciclado.

Muitas entidades ambientalistas têm promovido campanhas de conscientização para esclarecer que, nas cidades em que a água canalizada ébem tratada, o líquido que sai das torneiras em nada se diferencia da água em garrafas. Como demoram pelo menos 100 anos para se degradar, elas fazem com que o volume de lixo no planeta cresça exponencialmente. Quando não vão para aterros sanitários, os recipientes abandonados entopem bueiros nas cidades, sujam rios e acumulam água que pode ser foco de doenças, como a dengue.

Organizações européias e americanas até estimulam as pessoas a escrever a seus restaurantes favoritos pedindo que suspendam a venda de água mineral e, dessa forma, contribuam com a preservação do planeta. As campanhas têm dado resultado nos lugares onde a preocupação ambiental já ganhou a adesão das multidões e os moradores confiam na água encanada. A partir do próximo sábado, os órgãos públicos de São Francisco, nos Estados Unidos, estarão proibidos de comprar água mineral para seus funcionários.

A maioria dos ambientalistas reconhece, evidentemente, que no Terceiro Mundo, com vastas regiões nas quais não é recomendável consumir água diretamente da torneira, quem tem poder aquisitivo para comprar água mineral precisa fazê-lo por uma questão de segurança. De acordo com um relatório da ONU divulgado recentemente, 170 crianças morrem por hora no planeta devido a doenças decorrentes do consumo de água imprópria. Um estudo apresentado neste ano na Royal Geographical Society, na Inglaterra, chamou atenção para o fato de que a contaminação da água potável por arsênio em inúmeros países, principalmente na Ásia e na África, poderá aumentar consideravelmente os casos de câncer nos próximos anos. Mesmo assim, ao comprar água mineral nesses países, não se tem segurança de estar consumindo um produto saudável. Estima-se que quase metade da água vendida como mineral em Pequim seja de má qualidade. A questão é tão grave que o governo chinês elaborou um plano para reforçar o controle de procedência das garrafas de água por meio de etiquetas eletrônicas durante as Olimpíadas de Pequim, no ano que vem. Espera, dessa forma, impedir a circulação de produtos adulterados (clique e veja os campeões do consumo).

No Brasil, o termo água mineral acabou se tornando referência para designar diferentes tipos de água engarrafada. A rigor, a expressão identifica a água proveniente de nascentes ou aqüíferos subterrâneos e que contém minerais como cálcio, potássio e sulfato de sódio.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Dia mundial da água

Ontem, dia 22 de março foi o dia mundial da água. Váriras empresas participaram com ações, palestras e eventos para celebrar esse dia.

Procurando na web, encontramos alguns vídeos bem legais produzidos em homenagem a esta data de concientização, acompanhe abaixo:












Vamos fazer a nossa parte também! Ajudar na economia e cuidado com a água é fácil, fácil! Seguem abaixo algumas dicas para incluirmos no nosso cotidiano:

1. Vou fechar a torneira durante a ducha, enquanto passo o sabonete no corpo 

2. Vou agir igual, quando escovo os dentes – não faz sentido algum ficar vendo a água escorrer durante a escovação 

3. Vou jogar o lixo no lixo – e não dentro da privada, evitando assim o uso da descarga 

4. Vou checar se a descarga está regulada, jeito simples de economizar água 

5. Vou parar de jogar na rua o que tenho nas mãos: basta chover para que esse lixo seja levado pela água para o bueiro, onde o lixo ganha volume e provoca alagamento 

6. Vou conversar com a vizinha e tenta convencê-la sobre o desperdício que é lavar a calçada. Porque a calçada não precisa de água, mas o planeta sim 

7. Vou mostrar ao meu pai que o carro pode ser lavado com a medida de água de um balde, o que evita usar a mangueira livremente 

8. Vou sugerir à minha mãe desviar a água da máquina de lavar para o tanque e, com ela, lavar o quintal 

9. Também vou mostrar para ela que a água usada para lavar frutas e legumes serve depois para molhar as plantas 

10. Vou mudar essa história de evitar o desperdício só em casa. Água é um bem coletivo – seja onde for, se estou gastando à toa, o resultado será negativo para todos nós

quinta-feira, 10 de março de 2011

Reciclagem de lixo

Não é de hoje que se fala da importância em reciclar o lixo. Mas sempre tem informações novas e sempre é bom lembrar!

Não há como não produzir lixo, mas podemos diminuir essa produção.
Como? Reduzindo o desperdício, reutilizando sempre que possível e separando os materiais recicláveis para a coleta seletiva. Tem coisas que a gente só não faz por não saber como.

Reciclar significa transformar objetos materiais usados em novos produtos para o consumo. Esta necessidade  foi despertada pelos seres humanos, a partir do momento em que se verificou os benefícios que este procedimento trás para o planeta Terra. No processo de reciclagem, que além de preservar o meio ambiente também gera riquezas, os materiais mais reciclados são o vidro, o alumínio, o papel e o plástico. Esta reciclagem contribui para a diminuição significativa da poluição do solo, da água e do ar. Muitas indústrias estão reciclando materiais como uma forma de reduzir os custos de produção. Um outro benefício da reciclagem é a quantidade de empregos que ela tem gerado nas grandes cidades. Muitos desempregados estão buscando trabalho neste setor e conseguindo renda para manterem suas famílias. Cooperativas de catadores de papel e alumínio já são uma boa realidade nos centros urbanos do Brasil.

O que pode ser feito:

A maior parte do que jogamos fora não é sujo, fica sujo depois de misturado. Separando os materiais que podem ser reciclados, a quantidade de lixo a ser coletado é muito menor.

Exemplos de Produtos Recicláveis

- Vidro: potes de alimentos (azeitonas, milho, requijão, etc), garrafas, frascos de medicamentos, cacos de vidro.
- Papel: jornais, revistas, folhetos, caixas de papelão, embalagens de papel.
- Metal: latas de alumínio, latas de aço, pregos, tampas, tubos de pasta, cobre, alumínio.
- Plástico: potes de plástico, garrafas PET, sacos pláticos, embalagens e sacolas de supermercado.

O tempo que a natureza leva para decompor alguns dos produtos...

Papel: de 3 a 6 meses;
Pano: de 6 meses a 1 ano;
Filtro de cigarro: 5 anos;
Chiclete: 5 anos;
Madeira pintada: 13 anos;
Nylon: mais de 30 anos;
Plástico: mais de 100 anos;
Metal: mais de 100 anos;
Borracha: tempo indeterminado;
Vidro: 1 milhão de anos.

Não há como não produzir lixo, mas podemos diminuir essa produção reduzindo o desperdício, reutilizando sempre que possível e separando os materiais recicláveis para a coleta seletiva.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Como aproveitar a água da chuva

A água das chuvas, embora não seja própria para beber, tomar banho ou cozinhar, pode ser reaproveitada em diferentes atividades do nosso cotidiano.

Canteiros e jardins, limpeza de pisos, calçadas e playground, lavagem de carros e até descarga de banheiros e lavagem de roupas. Gastos que representam cerca de 50% do consumo de água nas cidades!

Para isso é preciso construir um sistema de captação, filtragem e armazenamento da água na sua casa ou edifício.

Como funciona?
A captação é feita com a instalação de um conjunto de calhas (distribuídas pelo prédio ou telhado de uma residência), que direcionam a água para um tanque subterrâneo ou cisterna, onde ela será armazenada.

Junto a esse reservatório, é necessário instalar um filtro para retirada de impurezas, como folhas e outros detritos, e uma bomba, para levar o líquido a uma caixa d’água elevada separada da caixa de água potável.

Para isso, no entanto, é preciso alterar as tubulações já existentes para criação de um sistema paralelo ao da água potável!

Projeto em aprovação
Um projeto de lei aprovado na Assembléia Legislativa de São Paulo sugere que edifícios comerciais e residenciais passem a ter esses reservatórios para reutilização da água das chuvas.

De acordo com a lei, os reservatórios serão obrigatórios em prédios comerciais com mais de 500m² e nos residenciais em que morem mais de 50 famílias.

O prazo para adaptação dos prédios já construídos ou em fase de acabamento será de dois anos, em edifícios comerciais, e de sete, para os residenciais. Nos casos de obras ainda na planta os responsáveis terão 180 dias, após a publicação da lei no Diário Oficial, para incluir no projeto o espaço destinado à captação.


CiaFiltros trabalha com soluções sob medida para incrementar as opções de uso e tratamento de água para sua residência ou empresa e o faz sempre de maneira a não prejudicar a natureza. O sistema de tratamento para reuso de água é um dos destaques da empresa: http://ciafiltros.com.br/reusodeagua.htm

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Economia da água: bom para o bolso e meio ambiente

Como sabemos, a água é um bem natural precioso. Embora encontrada em grande quantidade no planeta Terra, seu tratamento é caro e trabalhoso. Alguns especialistas afirmam que, se o consumo de água continuar nos níveis atuais (considerando o alto desperdício), futuramente poderemos enfrentar sérios problemas de falta de água. Além de colaborar com o meio ambiente, a prática de economia de água e seu consumo consciente, podem gerar uma boa economia na conta de água no final do mês.

Dicas de como economizar água (consumo consciente de água)

- Ao escovar os dentes e se barbear, manter a torneira fechada;

- Fechar a torneira enquanto ensaboar as louças e talheres;

- Usar a máquina de lavar roupas na capacidade máxima;

- Na hora do banho, procurar se ensaboar com o chuveiro desligado e procurar tomar banho rápido;

- Não jogar óleo de fritura pelo ralo da pia. Além de correr o risco de entupir o encanamento da residência, esta prática polui os rios e dificulta o tratamento da água;

- Não deixar que ocorram vazamentos em encanamentos dentro da residência;

- Entrar em contato com a companhia de água ao verificar vazamentos de água na rede externa;

- Usar a descarga no vaso sanitário apenas o necessário. Manter a válvula sempre regulada;

- Reutilizar a água sempre que possível;

- Utilizar regador no lugar de mangueira para regar as plantas;

- Usar vassoura para varrer o chão e não a água da mangueira;

- Lavar o carro com balde ao invés de mangueira;

- Captar a água da chuva com baldes. Esta água pode ser usada para lavar carros, quintais e regar plantas;

- Tratar a água de piscinas para não precisar trocar com freqüência. Outra dica é cobrir a piscina com lona, enquanto não ocorre o uso, para evitar a evaporação;

- Colocar sistemas de controle de fluxo de água (aeradores) no bico das torneira.


No caso de grandes empresas, a CiaFiltros oferece uma solução eficiente na economia de água. O reuso da água de pias, chuveiros e tanques pode voltar para outros fins e dessa maneira diminuir até 30% do valor de contas de água da empresa. Conheça um pouco mais desta solução acessando www.ciafiltros.com.br

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

saco é um saco

Você já ouviu falar da campanha saco é um saco? É uma iniciativa muito legal que procura reduzir o impacto que o homem tem sobre a natureza. Toda vez que vamos em supermercados, lojas, padarias e todo tipo de comércio levamos nossos produtos em uma sacolinha plástica. Chegando em casa a separamos e o que fazemos com ela? Claro que muita gente vai falar: "coloco minhas sacolinhas no puxa saco e depois as utilizo para o lixo em casa.". Tudo bem, mas e depois? A sacolinha vai ficar lá no lixão até quando?


Que diferença fará se você levar para casa a sacolinha com o comprimido da farmácia, em vez de colocá-lo no bolso? E se usar meia dúzia delas para carregar as compras do supermercado, porque esqueceu sua ecobag? A diferença pode parecer insignificante, mas se houvesse um jeito de contabilizar todas as sacolas descartáveis recusadas no país, ficaria muito claro que não precisamos da maior parte das sacolas que nos são oferecidas diariamente, a cada compra.


Segundo o Ministério do Meio Ambiente, cada brasileiro consome, por mês, 66 sacolas plásticas. Ao final de um ano, são 12 bilhões de sacolas plásticas consumidas no país. Cada sacola jogada na natureza leva mais de 100 anos para se decompor, ou seja, seus bisnetos ainda verão a sua sacola!


Idealizado pelo Planeta Sustentável, o contador de sacolas descartáveis recusadas é uma ferramenta que incentiva os consumidores a pensarem duas vezes antes de levar uma sacolinha para casa. Com tanta gente clicando, a redução do impacto sobre o meio ambiente é visível. 


Se cada um fizer a sua parte, esse número pode ser bem, bem menor. A natureza, as cidades, as atuais e as futuras gerações agradecem o seu clique.